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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Alvor




Muitos turistas «de casa às costas», maioritariamente, ingleses, alemães e holandeses.
Na praia, apesar da brisa fresca, filha do frio que migrou da gelada Europa central para o nosso país, são muitos os que, de t-shirt de manga curta e, outros, de fato de banho, deliciam-se esticados ao sol.
Tenho para mim que o sul do país beneficia muito, a nível económico, com a estada dos «nórdicos» durante o inverno. 
Apesar da não ocupação de camas em hotéis, ouvem-se vários idiomas nos hipermercados e bares, numa orgia consumista que muito contribui para a dinamização do comércio em época baixa.
Daí que os poderes públicos desta região tenham construído, nos últimos anos, várias infra-estruturas para os acolher em condições satisfatórias.
O Alvor é um exemplo desta realidade. 
A excelente praia, com o mar de um lado e a ria do outro, cativa muitos autocaravanistas a permanecerem por cá vários meses. 
Durante todo o dia são muitas as pessoas que caminham pelos vários passadiços, por entre as dunas, aproveitando para fazer exercício físico e repousar o pensamento por um dos mais belos locais do sul do meu país. Mais ao fundo, são as rochas que escondem encantos que só o Algarve é capaz de oferecer. 


domingo, 12 de outubro de 2014

paisagens de sonho



Depois de Albufeira, visitamos Vilamoura e calcorreamos o imenso passeio marginal à marina e admiramos o frenesim dos bares e restaurantes sempre repletos de gente de outras latitudes e dialectos.
A noite foi passada em frente à marina e a primeira visita da manhã foi à praia «Olhos D´Água» que ainda estava molhada da chuva nocturna e, talvez por isso, vazia de gente.

A Praia da Rocha, em Portimão, é um belo recanto. Vale a pena caminhar sobre a areia suave e quente, sentir nos pés os impulsos do mar, olhar as arribas cor de ouro e rastejar nos túneis apertados, apesar da fobia de um inesperado desabamento.

Em Alvor, o mesmo cenário.
De manhã, caminhei sobre o espraiado e meti-me pelas pequenas praias entre falésias. Porque não havia ainda qualquer marca de passos, senti a vertigem de ser um bandeirante daqueles magníficos locais.
Em Alvor podemos caminhar durante horas por sobre os inúmeros passadiços de madeira e deleitarmo-nos com paisagens de sonho.