Gante ou Ghent, como dizem os locais, é uma bela
cidade muito parecida com Bruges, quer pelos muitos canais, quer pela
arquitectura do edificado.
Assim, como em Bruges, a água é um dos grandes atractivos da cidade e os passeios de barco pelos canais estão sempre habitados de turistas.
O seu centro histórico está bem conservado,
exibindo um imponente castelo medieval totalmente reconstruído, a Catedral de
San Bavón que se encontra por detrás da igreja de S. Nicolás e a Torre do
Campanário, construída no século XIV e com mais de noventa metros de altura.
Todos estes monumentos encontram-se na mesma rua e separados por escassos
metros.
No acto de pagamento, sou confrontado
(numa língua imperceptível) para colocar a nota numa máquina. Perante a sisudez e antipatia da empregada da caixa, lá consegui enfiar a nota pela ranhura da máquina e
aguardei pelo troco.
Depois, já um pouco
incomodado pela situação algo insólita, decidi sair pela primeira porta que
encontrei mais a jeito e que se encontrava semi-aberta. Só que a passagem por aí deu lugar a um sonido estridente e ensurdecedor de várias campainhas, como que a avisar que alguém saía sem pagar, seguido de uma correria de alguns seguranças. Procurei manter a calma e recuar para a porta principal, acabando por levar com olhares
curiosos e comprometedores de quase todos os empregados e clientes da loja.
Enfim, um inusitado caso para recordar de uma das cidades mais belas da
Bélgica.




